Mademoiselle Marchand foi uma atriz francesa que, após grande frustração no mundo do teatro, resolve viver seus dias no ambiente pecaminoso do Cabaret Voltaire. Rodeada por artistas – poetas, músicos, pintores – igualmente dramáticos e incompreendidos, ela se vê uma mulher perdida em seu próprio tempo e espaço. Com aquele fundo sutilmente dadaísta, relato aqui os pensamentos de cabaré, principalmente aqueles mais íntimos, do que posso chamar de meu alter ego (que, por sinal, é grande apreciadora de Júpiter Maçã).